entro
inauguremos o caudal dos beijos, nos meus braços o caule tenro do teu tronco, nos lábios de um o mamilo do outro, os sexos arremetendo contra os rochedos do corpo as ondas do desejo, o teu olhar abrindo-se num horizonte incendiado, na tua boca a foz absoluta da volúpia, dentro de ti uma nascente explodindo, a loucura desfeita em pó na lucidez fresca da pele