Quinta-feira, Agosto 16, 2007

noite nossa

ainda tempo para o noivado da carne. mordemos os frutos no silêncio polposo dos segredos, confiamos à noite as perguntas e as respostas, embarcamos na jangada que os sentidos prepararam, dedilhamos o calor como uma melodia, sugamos da pele as nascentes frescas, navegozamos de beijo em beijo.